Fundação Padre Albino
Fundação lança livro histórico do seu centenário
Alan Gazola
sexta, 09 de outubro, 2026

A Fundação Padre Albino acaba de lançar o livro histórico em comemoração aos 100 anos de instituição. Autoria do jornalista Mauro Assi, assessor de imprensa da FPA, o livro, com 290 páginas e prefácio do padre Synval Januário, traz inicialmente panorama de Catanduva no início do século XX – origens e fundação, economia, aspectos urbanos e culturais, curiosidades, entre outros.

O autor também compartilha com os leitores narrativa construída a partir do arquivo da Assessoria de Imprensa, de documentos históricos, do acervo do Centro Cultural e Histórico Padre Albino, de pesquisas, relatos e vivências acumuladas ao longo de décadas dedicadas a registrar a história da instituição da qual se orgulha de fazer parte.
“A história da Fundação, propriamente dita, começa com a chegada de Padre Albino a Catanduva, em 1918. O livro está dividido em capítulos – A Fundação Padre Albino, com as fotos dos componentes do primeiro Conselho de Administração; a área da Saúde, da Assistência Social, da Educação – a criação e expansão das faculdades. No final, homenagem, com fotos, de todos os membros do Conselho de Curadores falecidos, o projeto Design do Futuro, que marca nova fase da instituição, e pesquisa do Dr. José Carlos Rodrigues Amarante sobre a Fundação Padre Albino”, explica o jornalista.

Sobre o livro
Mauro Assi conta que, em 2018, quando a Fundação comemorou os 100 anos da chegada de Padre Albino a Catanduva, iniciou também a atualização do livro ‘Monsenhor Albino Alves da Cunha e Silva – Apóstolo da Caridade’, biografia escrita pelo Monsenhor Victor Rodrigues de Assis. Padre Synval Januário complementou-a a partir de 1968, quando começou o ciclo de criação das faculdades por Padre Albino. “A iniciativa de atualização do livro partiu do conselheiro Dr. Nelson Jimenes, apresentada e prontamente atendida pelo presidente da então Diretoria Administrativa, Dr. José Carlos Rodrigues Amarante, e diretoria. Como as consultas realizadas não tiveram resultado ofereci-me para realizar esse importante trabalho. Na verdade, não foi um trabalho e sim uma honra, pois como assessor de imprensa desta Fundação desde 1995 presenciei e relatei a maioria desses fatos”.
Mauro Assi informa que a ele caberia registrar o que aconteceu na Fundação após a morte de Padre Albino, em 1973. No entanto, aquele trabalho não chegou ao fim. “O tempo, contudo, encarregou-se de lhe dar um novo significado. A pesquisa realizada tornou-se o alicerce desta obra”, disse.
“Este livro é homenagem a todos que, em diferentes épocas, assumiram a missão de servir e permitiram que a obra de Padre Albino atravessasse gerações”, explica Mauro, acrescentando que o objetivo foi preservar a memória do passado, valorizar o presente e inspirar aqueles que terão a responsabilidade de escrever os próximos capítulos desta extraordinária história. “Se o livro conseguir preservar parte dessa memória e despertar, em seus leitores, o mesmo sentimento de gratidão e admiração que senti ao escrevê-lo, terá cumprido sua missão”, finalizou.


O autor -
Mauro Tadeu Assi é jornalista, graduado pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, com atuação nas áreas de comunicação institucional e assessoria de imprensa. Em 1995 implantou a Assessoria de Imprensa da Fundação Padre Albino tornando-se responsável pela divulgação das ações, projetos, conquistas e desafios da instituição junto aos meios de comunicação e à comunidade. Também criou o jornal interno da Fundação, veículo que há décadas registra a história e a evolução de suas unidades.
Ao longo de mais de trinta anos de atuação profissional acompanhou os principais acontecimentos que marcaram a trajetória da Fundação Padre Albino, participando do registro de processos de expansão, modernização, campanhas comunitárias, inaugurações de serviços, celebrações históricas e momentos decisivos para a instituição. Nesse período conviveu com dirigentes, colaboradores, voluntários, parceiros e benfeitores que ajudaram a ampliar e perpetuar o legado deixado por Monsenhor Albino. Sua trajetória permitiu preservar memórias, documentar fatos e contar histórias que integram a identidade da Fundação Padre Albino.

Fotos/Divulgação